Apesar de ser a contragosto, é de extrema necessidade. O blog Psicanálise por um leigo vai ficar parado por tempo indeterminado, pois seu autor se encontra ocupado em outras atividades. O blog não deixará de existir e irá voltar em momento oportuno. Quem ainda quiser comentar algum texto pode ficar a vontade que eu terei o maior prazer de discuti-lo com vocês. Um forte abraço!
12 de agosto de 2012
O mestre dos mestres
Inicialmente gostaria de adiantar que esta postagem não tem como objetivo discutir fé. A pessoa que irá ser tratada ao longo desse texto é um marco histórico, entretanto alguns de seus feitos são questionáveis e há estudiosos que duvidam até mesmo de sua existência. Tratarei-o como um ser humano e não uma figura mística defendida por religiões. Essa pessoa é Jesus de Nazaré.
Em "12 Semanas para mudar uma vida", Augusto Cury ao final de cada capítulo cita Jesus como o mestre dos mestres da qualidade de vida. Ele usa a figura central do cristianismo como referencial para cada Lei da Qualidade de Vida. Através da psicanálise, Augusto prova que Jesus viveu na plenitude todos os princípios psicológicos mais excelentes da psicologia.
Abaixo estará alguns dos episódios usados como modelos nos capítulos do livro. Todas as postagens anteriores irão se encontrar aqui no exemplo de Jesus. Tentaremos pensar como ele e deduzir a razão de suas atitudes. Estudaremos sua inteligência, esta que impressiona a todos mesmo depois de 2 mil anos de seus feitos. Ao final de cada um deixarei alguns comentários.
Em "12 Semanas para mudar uma vida", Augusto Cury ao final de cada capítulo cita Jesus como o mestre dos mestres da qualidade de vida. Ele usa a figura central do cristianismo como referencial para cada Lei da Qualidade de Vida. Através da psicanálise, Augusto prova que Jesus viveu na plenitude todos os princípios psicológicos mais excelentes da psicologia.Abaixo estará alguns dos episódios usados como modelos nos capítulos do livro. Todas as postagens anteriores irão se encontrar aqui no exemplo de Jesus. Tentaremos pensar como ele e deduzir a razão de suas atitudes. Estudaremos sua inteligência, esta que impressiona a todos mesmo depois de 2 mil anos de seus feitos. Ao final de cada um deixarei alguns comentários.
Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.
(João 8: 7)
Ao dizer essa frase, Jesus derruba todo e qualquer julgamento. Ele, para a surpresa de todos, permite que atirem pedras sobre a mulher adúltera, porém somente aqueles que nunca tenham caído em erro. Uma atitude que fez com que pessoas compreendam o outro através de suas próprias falhas.
E por que vocês ficam preocupados com a roupa? Olhem como crescem os lírios do campo: eles não trabalham nem fiam. Eu, porém, lhes digo: nem o rei Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles.
(Mateus 6: 28-29)
Jesus nunca deixou de contemplar a vida. Sua admiração pela natureza era clara e isso dava a ele segurança suficiente para superar as preocupações.
Quando chegou àquele local, Jesus levantou os olhos e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, pois hoje tenho de ficar em tua casa. Ele desceu imediatamente e acolheu Jesus, cheio de alegria. Ao verem aquilo, murmuravam todos entre si, dizendo que tinha ido hospedar-se em casa de um pecador.
(Lucas 19: 5-7)
Quem de vocês pediria abrigo na casa de um inimigo? Alguns não o fariam nem mesmo na de amigos. Jesus não se importava com o julgamento das pessoas, ele agia buscando o que ele acreditava ser certo.
E, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram. E eis que no mar se levantou uma tempestade, tão grande que o barco era coberto pelas ondas. Entretanto, Jesus dormia.
(Mateus 8: 23-24)
Nem mesmo nos momentos de perigo Jesus perdia o controle de sua mente, pelo contrário, sua serenidade era tamanha que conseguia até manter o sono em situações críticas.
Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.
(Mateus 6: 34)
Uma frase dita há milênios e mesmo assim tão atual. A ansiedade chega a ser comum no ser humano. Muitas pessoas se prendem tanto no futuro que esquecem de viver o presente.
E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba.
(João 7: 32-37)
Jesus nunca se omitiu. Ele se colocava a disposição para todos aqueles que viessem até ele. Também não obrigava a ninguém a acreditar nos seus princípios. O aprendizado era um convite e ele foi o mestre.
E, estando ele ainda a falar,
surgiu uma multidão; e um dos doze, que se chamava Judas, ia adiante dela, e
chegou-se a Jesus para o beijar. E
Jesus lhe disse: Judas, com um beijo trais o Filho do homem?
(Lucas 22: 47-48)
Você beijaria seu traidor? Se praticar-nos essa atitude atualmente é capaz de ser interpretada como ironia e provocação. Jesus, além de beijar Judas, ainda tem a tranquilidade de perguntar se seria com aquele beijo que o trairia. A atitude desse homem extrapolou toda a expectativa humana tornando-a admirável.
E, posto em agonia, orava
mais intensamente. E o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que
corriam até ao chão.
(Lucas 22: 44)
Nem mesmo no momento da dor Jesus perdeu a consciência. Em agonia ainda lutava pelo o que acreditava. Exemplo de perseverança.
O que contamina o homem não é
o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem.
(Mateus 15: 11)
Jesus sabia do poder das influências e nem por isso tirava-nos a responsabilidade dos nossos atos. Quem contamina o homem somos nós mesmos e não o outro que tenta nos persuadir. Este é o fardo que carregamos por cada um ser único.
E dizia Jesus: Pai,
perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes,
lançaram sortes.
(Lucas 23: 34)
Jesus perdoou até no momento da sua morte. Tiravam-lhe o que era de mais precioso e nem assim guardava rancor. Isso indica a tamanha maturidade desse homem, pois até hoje nos sentimos ofendidos por atitudes simples até de pessoas que nos amam.
Quem
come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
(João 6: 56)
Essa metáfora de Jesus comprova que ele sabia que sua inteligência era diferenciada. Ele convidou a todos para provar dessa capacidade aprendendo com ele. A liderança dele formava novos lideres daquele tempo.
Esqueça agora seu credo. O que o exemplo de Jesus representa pra você? Qual é a mensagem que ele queria passar? O que a nossa sociedade entendeu? Reflita sobre isso, discuta e tire suas próprias conclusões. Examinai tudo, retende o bem.
5 de agosto de 2012
Razão existencial
"Qual é a razão da existência humana?"
Todos nós algum dia (ou todos os dias) questionamos a nossa existência. Quem somos? Porque somos? Para onde vamos? Onde é o começo? Onde é o fim? Existe começo/fim? Procurar entender os mistérios da vida é uma tarefa árdua e que pode ser estimulante ou perturbadora.
Já gostaria de adiantar que quando entramos na esfera da fé, a ciência se cala. Entretanto, existe uma diferença entre fé e hipótese. A hipótese é a suposição de algo a partir de um questionamento e a fé é a certeza, sem questionamentos, de uma hipótese. Saber esses conceitos é fundamental para discutirmos sobre uma hipótese na qual eu considero indispensável quando falamos sobre existência: a hipótese de Deus.

Busquei um possível definição de Deus no Livro dos Espíritos de Allan Kardec:
"Deus é inteligência suprema, causa primária de todas as coisas."
Ao meu ver, essa é a melhor definição que eu conheço para o que poderia ser Deus, uma vez que não o personifica, apenas o aponta como princípio existencial. Há diversas teorias da origem das coisas, porém todas elas caem na mesma incógnita: qual é a origem dessa origem? E a teoria de Deus não foge a essa regra. Se Deus é eterno (tem início, mas não tem fim), quem criou Deus? Se algo criou Deus, essa algo também não seria Deus? Como podem existir dois Deuses se ele é "causa primária"?
Infelizmente, a mente humana, naturalmente, tende a impor limites nos objetos estudados para facilitar e dar didática ao estudo. O problema disso é que caímos em um questionamento sem fim quando queremos estabelecer a origem de algo. O que eu quero que vocês reflitam ao ler esse texto é o seguinte: E se não houver limites? Talvez está no infinito a nossa resposta.
Penar é inevitável e imprescindível. Busque sempre o sentido da vida sem nunca perder a motivação para viver. Essa vida é breve. E lembre-se: "A ausência de evidência não é a evidência da ausência".
29 de julho de 2012
Superando frustrações
Quem nunca fracassou na vida? Pergunta difícil uma vez que somos seres que, por mais racionais, ainda imperfeitos. É natural falhar, porém, por mais que saibamos disso, é extremamente difícil lhe dar com as frustrações. Saber recomeçar é fundamental para esse tipo de situação.
Na tentativa de atribuir sentido a vida, o ser humano constrói metas e sonha com novas oportunidades. Entretanto, nem sempre somos capazes de alcançar o que queremos da forma ou no momento que gostaríamos. É na quebra dessa expectativa que surge o fracasso. De nada adianta sentir culpa ou lamentar pelo ocorrido, o problema permanece. Não basta identificar o erro para superá-lo, você deve aprender com ele. O fracasso é o pilar da vitória de quem quer recomeçar. Muito mais grave que errar é se omitir diante do erro.
O fato de existir a possibilidade de recomeço não significa que não devemos evitar a falha. Prevenir um erro é muito mais fácil que corrigi-lo. O destino não é imutável, somos livres para fazer nossas próprias escolhas. O discernimento para isso aparece quando ampliamos a inteligência e libertamos a sensibilidade. Não tenha medo do novo. Expanda a coragem e assuma os riscos das suas atitudes. Não há glória quando você não assume responsabilidades.
Você não precisa ser coerente com o pensamento que você teve momentos atrás. Mude de ideia quantas vezes for necessário. Construa suas próprias oportunidades, pois elas não surgirão se você não correr atrás delas. Planeje seu dia, sua semana, seu mês, sua vida. Tenha sempre vontade de tentar. A vida é um desafio cheio de aprendizados.
Na tentativa de atribuir sentido a vida, o ser humano constrói metas e sonha com novas oportunidades. Entretanto, nem sempre somos capazes de alcançar o que queremos da forma ou no momento que gostaríamos. É na quebra dessa expectativa que surge o fracasso. De nada adianta sentir culpa ou lamentar pelo ocorrido, o problema permanece. Não basta identificar o erro para superá-lo, você deve aprender com ele. O fracasso é o pilar da vitória de quem quer recomeçar. Muito mais grave que errar é se omitir diante do erro.
O fato de existir a possibilidade de recomeço não significa que não devemos evitar a falha. Prevenir um erro é muito mais fácil que corrigi-lo. O destino não é imutável, somos livres para fazer nossas próprias escolhas. O discernimento para isso aparece quando ampliamos a inteligência e libertamos a sensibilidade. Não tenha medo do novo. Expanda a coragem e assuma os riscos das suas atitudes. Não há glória quando você não assume responsabilidades.
Você não precisa ser coerente com o pensamento que você teve momentos atrás. Mude de ideia quantas vezes for necessário. Construa suas próprias oportunidades, pois elas não surgirão se você não correr atrás delas. Planeje seu dia, sua semana, seu mês, sua vida. Tenha sempre vontade de tentar. A vida é um desafio cheio de aprendizados.
22 de julho de 2012
15 de julho de 2012
O auto diálogo
Semana passada falamos do diálogo interpessoal. Analisamos a sua importância e necessidade nas relações pessoais. Entretanto, e o diálogo intrapessoal? Você debate consigo mesmo? Muitas pessoas tem dificuldade de raciocinar e agir pois não conhecem a si mesmas, tornando-as incapazes de dirigir a própria história.
Ao contrário do que muitos falam por ai, o auto diálogo não é um sintoma da loucura. Pelo contrário, o debate lúcido e silencioso com o íntimo possibilita revisar nossa postura de vida. O auto diálogo é inclusive técnica psicopedagógica e psicoterapêutica. Através dele se supera a ansiedade, o estres e expande a inteligência. Conhecendo a si mesmo organizamos o pensamento e apaziguamos a emoção.
O debate intimo também nos auxilia muito quando o assunto é memória. O fenômeno da Janela de Memória é aquele onde, como o nome já diz, a memória humana abre-se como janelas. Temos milhares de informações agregadas: umas belíssimas e outras doentias. A falta de controle e conhecimento do intimo abre janelas aleatórias durante o dia. Alegria ou tristeza sem causa, fobias, obsessões e timidez são sintomas disso. A situação mais crítica que essa situação pode causar é a janela killer. Esta é capaz de obstruir a leitura de todas as demais.A janela killer é muito comum em situações conflituosas que geram fúria nas pessoas. Nossas reações passam a ser ilógicas e puramente impulsivas. Para evita-la é fundamental o auto diálogo.
Guardem três palavras: inventariar, criticar e reconstruir. Esses são os três passos foram propostos pelo filósofo Cipriano Luckesi para o raciocínio filosófico. Use-os no exercício diário do auto dialogo. Conheça a si mesmo e descubra a infinidade das possibilidades.
Ao contrário do que muitos falam por ai, o auto diálogo não é um sintoma da loucura. Pelo contrário, o debate lúcido e silencioso com o íntimo possibilita revisar nossa postura de vida. O auto diálogo é inclusive técnica psicopedagógica e psicoterapêutica. Através dele se supera a ansiedade, o estres e expande a inteligência. Conhecendo a si mesmo organizamos o pensamento e apaziguamos a emoção.O debate intimo também nos auxilia muito quando o assunto é memória. O fenômeno da Janela de Memória é aquele onde, como o nome já diz, a memória humana abre-se como janelas. Temos milhares de informações agregadas: umas belíssimas e outras doentias. A falta de controle e conhecimento do intimo abre janelas aleatórias durante o dia. Alegria ou tristeza sem causa, fobias, obsessões e timidez são sintomas disso. A situação mais crítica que essa situação pode causar é a janela killer. Esta é capaz de obstruir a leitura de todas as demais.A janela killer é muito comum em situações conflituosas que geram fúria nas pessoas. Nossas reações passam a ser ilógicas e puramente impulsivas. Para evita-la é fundamental o auto diálogo.
Guardem três palavras: inventariar, criticar e reconstruir. Esses são os três passos foram propostos pelo filósofo Cipriano Luckesi para o raciocínio filosófico. Use-os no exercício diário do auto dialogo. Conheça a si mesmo e descubra a infinidade das possibilidades.
8 de julho de 2012
Dialogar
Dialogar é ação fundamental na vida humana. Graças comunicação o homem foi capaz de expandir o conhecimento. Quando cruzamos mundos psíquicos vivenciamos as experiências do próximo, conhecemos novas visões e implodimos a solidão. Essa blog, por exemplo, é uma forma que eu possuo para dialogar. com vocês. Sem ele, muito provavelmente, meus pensamentos permaneceriam apenas como simples ideias em minha mente e dificilmente eu seria capaz de expandir meu conhecimento da mesma forma que faço a cada postagem.
Se concordamos que o diálogo possui tamanha importância eu lhes pergunto: vocês o valorizam no seu dia a dia?
As relações sociais dependem de duas capacidades humanas: a arte de falar e de ouvir. De nada adianta o indivíduo ter uma excelente oratória se não é capaz de receber uma nova opinião ou ter uma mente aberta a novas ideias quando não é capaz de produzir a própria. Devemos sempre nos colocar no lugar do outro e nunca deixar de falar de si mesmo ou de trocar experiências. O respeito é o mediador de todos os conflitos.
Duas relações sociais merecem destaque nos dias de hoje quando tratamos da questão do diálogo: a conjugal e a de pais/professores com seus filhos/alunos. Admito que em ambos não possuo muita experiência pessoal, trabalho minhas opiniões na observação de outras pessoas. No caso do casal, ele deve ser, inicialmente, composto de grandes amigos. Caso contrário, não perdurará pois o prazer é passageiro. Cada membro do conjugue deve conhecer o intimo emocional do parceiro. O ouvir refresca e o falar nutre o amor. Reconhecer os erros diante do companheiro não significa fraqueza e sim que não somos perfeitos e precisamos um do outro.
A condição de orientador ou educador já é diferente. A responsabilidade é, sem dúvida, maior nesse caso, afinal envolve a formação da personalidade de um jovem. Encantar filhos e alunos é fundamental. Demonstre sua história, suas experiências e suas lágrimas, porém sem prolongados discursos de que você não é valorizado pelo quanto você se desgasta por eles.Exalte cada pequeno gesto afetivo ou inteligente de um jovem; mas lembre-se que você é um educador, assim sendo não se preocupe em dar o mundo para eles e sim mostrar o mundo a eles. Não deixe de dialogar. O diálogo evita suicídios, traumas e da prazer em viver. Um líder forma outros líderes. Não sonhe com filhos que não decepcionam, família perfeita, alunos que não frustem ou professores que não aborreçam. Aceite as pessoas com seus limites e construa relações saudáveis com elas.
Plantar a semente a semente do diálogo é um processo que requer esforço e sua colheita deve ser feita com paciência. Não tenha medo de ser criticado, julgado ou incompreendido. Perca o medo e o orgulho de chorar, pedir desculpas e dizer que ama ou que precisa do outro. Seja espontâneo, livre e transparente. Seja um vendedor de sonhos.
Se concordamos que o diálogo possui tamanha importância eu lhes pergunto: vocês o valorizam no seu dia a dia?
As relações sociais dependem de duas capacidades humanas: a arte de falar e de ouvir. De nada adianta o indivíduo ter uma excelente oratória se não é capaz de receber uma nova opinião ou ter uma mente aberta a novas ideias quando não é capaz de produzir a própria. Devemos sempre nos colocar no lugar do outro e nunca deixar de falar de si mesmo ou de trocar experiências. O respeito é o mediador de todos os conflitos.
Duas relações sociais merecem destaque nos dias de hoje quando tratamos da questão do diálogo: a conjugal e a de pais/professores com seus filhos/alunos. Admito que em ambos não possuo muita experiência pessoal, trabalho minhas opiniões na observação de outras pessoas. No caso do casal, ele deve ser, inicialmente, composto de grandes amigos. Caso contrário, não perdurará pois o prazer é passageiro. Cada membro do conjugue deve conhecer o intimo emocional do parceiro. O ouvir refresca e o falar nutre o amor. Reconhecer os erros diante do companheiro não significa fraqueza e sim que não somos perfeitos e precisamos um do outro.
A condição de orientador ou educador já é diferente. A responsabilidade é, sem dúvida, maior nesse caso, afinal envolve a formação da personalidade de um jovem. Encantar filhos e alunos é fundamental. Demonstre sua história, suas experiências e suas lágrimas, porém sem prolongados discursos de que você não é valorizado pelo quanto você se desgasta por eles.Exalte cada pequeno gesto afetivo ou inteligente de um jovem; mas lembre-se que você é um educador, assim sendo não se preocupe em dar o mundo para eles e sim mostrar o mundo a eles. Não deixe de dialogar. O diálogo evita suicídios, traumas e da prazer em viver. Um líder forma outros líderes. Não sonhe com filhos que não decepcionam, família perfeita, alunos que não frustem ou professores que não aborreçam. Aceite as pessoas com seus limites e construa relações saudáveis com elas.
Plantar a semente a semente do diálogo é um processo que requer esforço e sua colheita deve ser feita com paciência. Não tenha medo de ser criticado, julgado ou incompreendido. Perca o medo e o orgulho de chorar, pedir desculpas e dizer que ama ou que precisa do outro. Seja espontâneo, livre e transparente. Seja um vendedor de sonhos.
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